Além dos exames de endoscopia, colonoscopia, tomografia computadorizada, eletroencefalograma, mapeamento cerebral, mamografia, radiografia e ultrassonografia, agora o Hospital de Cruzília oferece o exame de Densitometria Óssea.
Essa é mais uma conquista da instituição que busca a cada dia oferecer os melhores recursos e atendimento aos seus pacientes.
Preparamos esse material para informar sobre o exame de o que ele é e suas indicações.
A densitometria óssea é indicada principalmente para mulheres com mais de 65 anos
A densitometria óssea é o exame ideal para o diagnóstico da osteoporose e da osteopenia por detectar a redução da massa óssea de maneira precoce e precisa. Ela é o método mais utilizado para avaliar a densidade mineral dos ossos. A densitometria óssea avalia a coluna lombar, a região proximal do fêmur e o terço distal do rádio. Isso porque essas áreas são as que mais estão sujeitas ao risco de fraturas. Esse método utiliza aparelhos sofisticados e que apresentam duas vantagens importantes: são rápidos e produzem uma baixa exposição à radiação - até dez vezes menor que a exposição gerada por uma radiografia normal de tórax. A densitometria óssea é um teste rápido e indolor para a medição da densidade mineral óssea.
O exame é indicado para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos. Entretanto, pode ser indicado para mulheres abaixo de 65 anos e homens abaixo de 70 anos que preenchem um dos critérios abaixo:
• Baixo Peso (Índice de Massa Corporal menor que 18,5 kg/m²);
• Fratura Prévia;
• Medicações e Doenças que aumentam o risco de osteoporose;
• Monitorar osteoporose já diagnosticada;
• Monitorar tratamento.
O procedimento também tem aplicação em pediatria, para acompanhar o crescimento da criança e do adolescente. Os pediatras pedem a densitometria para avaliar a massa óssea e quanto de massa magra e massa de gordura o paciente tem, funcionando como um complemento à avaliação clássica da idade óssea do Raio-X de mãos e punhos.
Contraindicações:
• Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, por conta da radiação.
• Pessoas que fizeram exame com contraste de iodo ou bário não podem fazer a densitometria óssea durante uma a duas semanas a depender do contraste utilizado (tempo para que seja eliminado do corpo), pois este interfere no resultado. Outros exames radiológicos como os de cintilografia devem ter um intervalo de eliminação determinado pelo médico.
• Cirurgia ortopédica extensa ou prótese extensa na região avaliada: no caso de pessoas que tem próteses em um fêmur, é feita a avaliação do outro. Para pessoas que tem prótese na coluna, é feita uma análise do fêmur e outra do antebraço.
• Obesidade grave: a maioria dos aparelhos para a densitometria óssea suporta até 160 kg. Alguns aparelhos suportam até 200 kg.
No dia do exame de densitometria óssea, evite usar roupas com botões ou fivelas de metal para o teste, pois estes podem inferir no resultado. Joias como colares e pulseiras também devem ser evitados, bem como sutiãs com aros de ferro. É recomendado também que a pessoa não tome qualquer suplementação de cálcio no dia, pois a pílula pode aparecer no exame da coluna e interferir no resultado.
A densitometria óssea pode ser feita por um técnico em radiografia ou médico capacitado em densitometria óssea. No momento do exame, você deverá trocar sua roupa por uma vestimenta do hospital, própria para fazer exames. O profissional irá pedir para você se deitar no aparelho, sobre uma mesa acolchoada, e irá posicionar suas pernas em um suporte de esponja, alinhando sua pelve e a coluna vertebral. O laser do aparelho passará em zigue-zague sobre os órgãos a serem analisados, irá digitalizar seus ossos e medir a quantidade de radiação que eles absorvem.
O teste de densitometria óssea deverá ser feito em pelo menos dois ossos diferentes, de preferência o quadril e coluna vertebral. No caso das crianças, é feito o scanner do corpo inteiro e coluna. A densitometria óssea não causa dor. Se você tem dor nas costas, pode ser desconfortável ficar parado durante a verificação. Resultados mostram se você tem osteoporose.
A densitometria óssea dura em média cinco minutos para coluna e fêmur e dez minutos para corpo total.
A densitometria óssea é feita a cada um ou dois anos, a depender do controle da osteopenia/osteoporose determinado pelo médico assistente. Intervalos mais curtos podem ocorrer em casos de rápida perda óssea, como em pessoas que utilizam medicamentos a base de corticoides.