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Esse mês é dedicado à prevenção do Câncer Colorretal. Preparamos esse material a fim de informar e alertar quanto aos sintomas, causas, formas de prevenção, diagnóstico e tratamento.

1. Sintomas mais comuns: Fezes escurecidas (coloração similar a da borra de café) ou com sangue, dor abdominal, anemia, mudança do hábito intestinal alternando diarreia e constipação intestinal;

2. População mais propensa a desenvolver a doença: “Existem dois grupos mais propensos ao câncer colorretal. O primeiro, considerado moderado, é formado por homens acima de 50 anos sem histórico familiar da doença. O segundo, considerado de alto risco, é composto por pessoas de qualquer idade que apresentem os sintomas típicos da doença ou histórico familiar de câncer de intestino ou de doença inflamatória intestinal (retocolite ulcerativa ou doença de crohn)”.

3. Principais causas do câncer colorretal:

– Hereditariedade;

– Obesidade e sedentarismo;

– Dieta com pouca quantidade de fibras e com excesso de gordura saturada, carnes vermelhas, carnes industrializadas e cereais refinados aumentam o risco de câncer colorretal;

– Tabagismo. Fumantes de longa data são 18% mais propensos a desenvolver câncer colorretal se comparados com não fumantes;

– Consumo de álcool. A ingestão diária de bebida alcoólica superior a 30g é um dos fatores de risco da doença.

4. Formas de prevenção:

– Evitar o tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas;

– Incluir hábitos saudáveis na rotina, como prática de atividade física e dieta balanceada rica em frutas e verduras, legumes, peixes e grãos integrais;

– Realizar os exames de rotina (pesquisa do sangue oculto nas fezes, retossigmoidoscopia flexível ou colonoscopia) a partir dos 50 anos. Recomenda-se realizar os exames de triagem até os 75 anos de idade.

5. Diagnóstico: Pode ser feito através da pesquisa de sangue oculto nas fezes, teste de DNA fecal (novo método, onde marcadores do DNA humano são liberados pela neoplasia na luz intestinal), colonoscopia e entre outros métodos.

6. Tratamento: É recomendável tratamento cirúrgico, pois permite as maiores taxas de cura. A quimioterapia e radioterapia são indicadas em casos avançados da doença.