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Fatores genéticos, poeira, infecções, medicamentos, exercícios, refluxo gastroesofágico e até mesmo uma flor, em virtude do pólen, minúsculos grãos produzidos pelas plantas, podem desencadear crises de asma. A doença é resultado da inflamação crônica das vias aéreas inferiores, que causa o estreitamento dos bronquíolos, dificultando a passagem de ar. A asma é comum e afeta cerca de 10% da população mundial.

Apesar de não ter cura, existe tratamento e medicamentos para que os sintomas da doença afetem menos a vida de quem convive com a asma.

A inflamação dos brônquios é comumente chamada de bronquite, mas é importante não confundir com a bronquite crônica, doença que causa tosse e expectoração na maioria dos dias, por no mínimo três meses por ano, durante dois anos consecutivos. Sua causa mais comum é o tabagismo.

Os brônquios, que levam e trazem o ar a cada respiração, e os alvéolos, onde o oxigênio chega antes de ir para o sangue, submetidos a substâncias agressivas, como as provenientes do tabagismo, passam por um processo de inflamação crônica no decorrer dos anos. Quando os brônquios ficam mais estreitados e produzem muito catarro, resulta em bronquite crônica. Se os alvéolos começam a se romper e formam bolhas, caracteriza-se como enfisema.

A limitação causada pela bronquite crônica obstrutiva e o enfisema causa a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que é caracterizada pela dificuldade da respiração, mas pode ser prevenida e tratada. Para se prevenir, é recomendado não fumar, adquirir hábitos saudáveis, praticar atividades físicas de forma regular e evitar exposição a substâncias tóxicas