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O fisioterapeuta é de fundamental importância em um hospital. Seu papel é tratar a doença por intermédio de movimentos e agentes físicos, como: calor, frio e eletricidade.

Em uma instituição de saúde, esse profissional desempenha um papel fundamental, porque há muitos distúrbios que precisam de fisioterapia para a recuperação do paciente. Trabalhando em conjunto com a equipe multidisciplinar, o fisioterapeuta é o responsável pela avaliação e execução do tratamento dos mais diferentes tipos de pacientes, como os pós-cirúrgicos, transplantados, ortopédicos, neurológicos, ou clínicos, nos quais se trabalha dois aspectos: respiratório, que é uma das prováveis causas de complicações e o motor, que se deteriora rapidamente ao longo de uma internação mais prolongada.

Nas unidades de terapia intensiva, o fisioterapeuta é quem realiza toda a assistência respiratória, e em parceria com os demais profissionais como médicos e enfermeiros que se decidem e executam diversas fases do tratamento ao doente crítico da admissão até a alta.

Na pediatria, o trabalho é mais delicado, porque a criança tem uma grande fragilidade respiratória e motora e depende de estímulos para recuperar-se. Uma equipe de fisioterapeutas de pediatria/neonatologia precisa ser especializada para tratar desde prematuros de baixo peso até adolescentes e com todas as limitações impostas pela sua imaturidade sistêmica.

Hoje, a presença desses profissionais em hospitais que realizam procedimentos de grande complexidade é notória e necessária.