Compartilhar

Na última quarta feira foi celebrado o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher.

Toda morte causada por complicações no parto e no puerpério (fase do pós-parto), período de 42 dias depois do parto é chamada de mortalidade materna. Suas principais causas estão relacionadas a hipertensão, hemorragias e abortos.

Para evitar a mortalidade materna o pré-natal é essencial, que consegue prevenir as doenças obstétricas mais graves, como o diabetes gestacional e a doença hipertensiva de gestação, além de diagnosticá-las precocemente e tratá-las.

O acompanhamento médico também é essencial para ter uma gravidez saudável. Desde o início da gravidez, é de fundamental importância realizar consultas frequentes. Desta maneira, é possível tratar eventuais problemas a tempo de não prejudicar nem o feto nem a mãe.

É importante ressaltar que a partir da 28ª semana, as consultas ao obstetra devem ser feitas de quinze em quinze dias. Após a 3u6ª semana, o acompanhamento precisa ser semanal.

No Brasil, a mortalidade materna tem caído consideravelmente nos últimos anos. Relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o país diminuiu sua taxa em 43% desde a década de 90. No ano de 2012, o Brasil registrou 1583 mortes maternas, de acordo com o Ministério da Saúde.