Compartilhar

Por: Irmã Stella

Realmente é indispensável a dedicação à parte espiritual e psicológica dos doentes, idosos e especialmente aqueles que chegam ao final de sua carreira terrena bem como, a seus familiares.

A Pastoral da Saúde procura atingir a globalidade do ser: corpo e alma. Pois a doença ou um traumatismo por um acidente, aparecem na vida quando menos se pensa. E ai, é preciso despertar outros para esta chama de amor e esperança no Pai que está sempre nos acompanhando a cada instante, com sua infinita misericórdia de Bom Pastor que nos ama.

Assim, nestes tempos difíceis é a igreja que vai ao encontro do doente levando assistência espiritual com amor, carinho e compreensão, através do sacerdote, ministro da eucaristia e agentes visitantes da Pastoral da Saúde.

Doença: Um tempo de turbulência
Muitas vezes a pessoa sente a harmonia do seu ser toda abalada, vem: a dor, impossibilidade de andar, as dificuldades, as incertezas das coisas que irão para seu próprio cuidado pessoal, preocupações com a família, afastamento do trabalho. É com uma fenda no seu ritmo de vida. E mais, a preocupação com o diagnostico que fervilha na espera pelo “melhor”!

Vale um acompanhamento amoroso
Quanto amor, afeto e compreensão empáticos do agente de pastoral são necessários para ouvir mais do que falar e observar a expressão do rosto dos olhos que mostram o que está no mais profundo do ser. È hora de ajudar, com palavras e gestos apropriados.

O doente deve sentir-se humanamente apoiado e sustendado, e, espiritualmente confortado. Assim atinge-se a globalidade do seu ser, juntamente, com o atendimento dos cuidados mais simples até assistência médica. Passa-se a tingir a profundidade da fé e a integridade da pessoa.

É importante o acompanhamento da cura física, como também, a evolução espiritual, levando o doente a viver a doença com a força da fé com uma conduta segundo Deus, compreendendo que o sofrimento está unido ao sofrimento de Cristo na redenção da humanidade.

Verdadeiramente, a Pastoral da Saúde é uma missão das mais sublimes, porque voltada, na hora em que a pessoa se sente só em meio a seus sofrimentos que o afligem.