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Invasão:

A entrada do vírus no corpo começa quando ele junto à S, batizada com esse nome por seu formato e que "abre a porta" da célula. Depois se une a proteína- N, que ajuda a se camuflar e evitar que seja detectado pelo sistema imunológico.

Dono da célula, ele passa a se reproduzir milhões de vezes. Isso porque é um retrovírus, capaz de promover mutações genéticas em si mesmo.

Reação:

Os primeiros sinais costumam ser por exemplo: coriza e dor de garganta. A pessoa contaminada pode infectar até 20 pessoas neste período.

Como é uma doença nova, o sistema imunológico precisa começar do zero a se defender. Essa reação é mais lenta do que a reprodução do vírus, mas o organismo geralmente consegue responder e se livrar do invasor.

Caso se agrave, a doença pode atingir as vias aérias inferiores, comprometer os pulmões e causar insuficiência respiratória. Pode haver uma inflamação ou mesmo uma embolia pulmonar.

Tratamento:

Não há tratamento ou medicamento para o combate do novo coronavírus. Os medicamentos atuam sobre os sintomas e são analgésicos e antitérmicos.

Nos casos mais graves, são usados respiradores, que ajudam na inspiração e expiração. O equipamento pode ser ligado à boca, nariz ou em momentos emergenciais pela traqueia.

Com informações: OMS