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O universo feminino modificou-se consideravelmente se compararmos as gerações passadas com a atual. Há 30 ou 40 anos, o papel da mulher não incluía trabalhar, estudar e cuidar da família de uma só vez. Porém, além de independência e autonomia, essa nova rotina também trouxe algumas mudanças na saúde da mulher.

Ao ser inserida em um ambiente que era tipicamente masculino e ao adotar hábitos como o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas, a mulher passou a ter algumas doenças que eram exclusivas dos homens, como doenças cardiovasculares.

O acúmulo de várias atividades no dia a dia pode causar uma pressão extra na vida das mulheres. Essa rotina corrida trouxe problemas na alimentação, possível aumento do colesterol e sedentarismo.

Também aumentaram as chances de doenças cardiovasculares, onde a mulher tem maior incidência na menopausa, devido à queda do hormônio estrógeno.

Uma das características mais presentes no sexo feminino é a cobrança pessoal, sendo a maior causa de distúrbios de ansiedade, que causam frustração e levam muitas vezes à depressão, uma das doenças do século.

Para aliviar a tensão, muitas mulheres recorrem ao cigarro para diminuir a ansiedade e o estresse. Porém, o fumo quando associado à reposição hormonal (pílulas anticoncepcionais), aumentam as chances do desenvolvimento de trombose. Para que isso não ocorra, é importante que a mulher tenha um cuidado redobrado com a saúde.

Avaliações médicas periódicas são imprescindíveis para a prevenção de diversas doenças. Importante também melhorar a alimentação, reforçando a ingestão de alimentos magros e de verduras, e o consumo de sucos naturais, substituindo os refrigerantes.

Uma dica simples é trocar os lanches calóricos da tarde por frutas, castanhas ou iogurtes. Parar de fumar, caminhar até o trabalho e optar por usar as escadas, são práticas simples que vão ajudar na saúde.