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Pesquisas recentes desenvolvidas pelo centro de manejo de #dor da Universidade de Harvard comprovaram que há uma relação direta entre variações de pressão e temperatura com a frequência e a intensidade de dores crônicas.

E essa teoria não é de hoje: há registros de Hipócrates, médico grego que viveu no século V a.C., considerado por muitos como o pai da medicina, sobre “a doença dos ventos úmidos”.

Cientificamente, sabe-se que os tecidos musculares se contraem em resposta ao estímulo do sistema nervoso para que o nosso organismo consiga se “defender” do #frio.

Os vasos também se contraem, levando menos sangue às extremidades do corpo, o que acarreta em uma diminuição do fluxo sanguíneo nas articulações e, por consequência, a manifestação da dor.

No caso das dores desencadeadas pela inflamação das articulações, ou seja, pacientes que possuem #artrite, o frio é um importante agravante. Para quem sofre de dores crônicas, as indicações para enfrentar os dias mais frios se concentram em formas de aquecer as articulações.

Tomar um banho quente, colocar bolsas de água quente sobre a área dolorida e se agasalhar bem costumam ser medidas que atenuam os sintomas:

As dores neuropáticas também são desencadeadas por algum trauma ou lesão em um nervo periférico e, por isso, se agravam durante os dias frios. Este tipo de dor é caracterizada por uma fisgada, queimação e choque.

Geralmente é acompanhada de formigamento e alteração de sensibilidade. A força motora também pode sofrer alterações, mas nem sempre acontece. Portanto, é fundamental que, antes do diagnóstico, seja descoberta a causa e a origem da dor, para se estabelecer um tratamento mais eficaz.

Evitar entrar em contato com água gelada e não se expor ao frio também é indicado. O uso de luvas e meias quentes é extremamente importante. No caso de pacientes diabéticos, uma das formas de se prevenir é através do controle glicêmico.