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Para mudar a alimentação dos filhos que têm hábitos não saudáveis é preciso que a atitude seja de toda a família, que deverá fazer dos alimentos in natura ou minimamente processados a base de sua alimentação, limitar o uso de alimentos processados e evitar alimentos ultraprocessados.

Redução gradual



A redução gradual daquilo que não é tão saudável, como o açúcar, serve como estratégia. O sucesso é maior quando não há briga ou desconforto. Veja o exemplo do leite com achocolatado. Nos primeiros dias, se a mãe usa duas colheres uma boa dica é reduzir para uma e meia. Depois de um tempo, só uma. A criança não consegue notar muito a diferença e depois de uma semana ou duas, pode até pedir apenas o leite puro, que é muito mais saudável.

Enriquecer alimentos



Enquanto a criança não adéqua seu paladar à alimentação saudável, uma boa estratégia é enriquecer os alimentos aos quais ela já está acostumada. Se ela não gosta de cenoura, pode perceber que ela fica gostosa em um bolo – e participar do processo, na cozinha, pode ajudá-la a compreender isso. Vale adicionar itens saudáveis como frutas, verduras, legumes, hortaliças, raízes e castanhas em sucos, crepes, sopas e panquecas.

Use alimentos de sua região

A publicação Alimentos Regionais Brasileiros, do Ministério da Saúde, é um bom guia para aguçar a criatividade na hora de montar o cardápio do dia a dia. O objetivo principal é divulgar a imensa variedade de frutas, hortaliças, tubérculos e leguminosas do nosso país, além de apoiar a educação alimentar e nutricional e incentivar a alimentação adequada e saudável. Esse material contribui, ainda, para divulgar a variedade de alimentos em todas as regiões e orientar seu uso em preparações culinárias.